Como nascem as boas ideias
Se fosse possível filmar o nascimento de uma ideia, as imagens que teríamos seriam, provavelmente, tão extraordinárias como as da fecundação de um óvulo. Num balé de movimentos estonteantes, os neurônios no cérebro combinam-se em rede com outros neurônios – num ritmo veloz, de até 200 vezes por segundo – em sincronia perfeita, em configurações inauditas. Porém, a dúvida persiste: o que leva os neurônios a se combinarem, criando algo novo? Enfim, como nascem as boas ideias? Steven Johnson, um prolífico escritor de ciências, passou cinco anos investigando o tema. O surgimento das ideias, diz ele, costuma seguir um padrão. A boa ideia surge como um “lento matutar” (um slow hunch, no original, em inglês). Passa em seguida por um período de incubação. Na maioria dos casos, contudo, o palpite (“hunch”) individual não é suficiente, e a colaboração, ou combinação de vários palpites, é crucial para se chegar à invenção (ou solução) definitiva.
Se fosse possível filmar o nascimento de uma ideia, as imagens que teríamos seriam, provavelmente, tão extraordinárias como as da fecundação de um óvulo. Num balé de movimentos estonteantes, os neurônios no cérebro combinam-se em rede com outros neurônios – num ritmo veloz, de até 200 vezes por segundo – em sincronia perfeita, em configurações inauditas. Porém, a dúvida persiste: o que leva os neurônios a se combinarem, criando algo novo? Enfim, como nascem as boas ideias? Steven Johnson, um prolífico escritor de ciências, passou cinco anos investigando o tema. O surgimento das ideias, diz ele, costuma seguir um padrão. A boa ideia surge como um “lento matutar” (um slow hunch, no original, em inglês). Passa em seguida por um período de incubação. Na maioria dos casos, contudo, o palpite (“hunch”) individual não é suficiente, e a colaboração, ou combinação de vários palpites, é crucial para se chegar à invenção (ou solução) definitiva.
Nenhum comentário:
Postar um comentário